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O orçamento de receita, feito na base do cliente

O diretor de conta propõe cliente a cliente, a direção contrapõe e aprova linha a linha, e o compromisso vira a régua de todas as semanas do ano. É o processo standard do mercado de media — o «budget season» — instrumentado, com um agente que sugere, explica e pergunta, e nunca decide.

Entrar na demonstração Ver como funciona

Demonstração com dados fictícios, no palco Canal 7.

O problema

O orçamento global fecha em setembro. Depois passa o ano a ser discutido.

Quando o número nasce «no global, por vasos comunicantes», ninguém consegue dizer de que clientes vem — e a conversa repete-se todas as semanas, sem números novos.

O que se ouve numa direção comercial de televisão
Todas as segundas digo que não chego ao número. Há mais de um ano que a reunião acaba assim.
O objetivo desceu num único número, para a casa inteira. Meio ano depois, ninguém sabe dizer de que clientes devia vir.
A categoria cresce a dois dígitos, o meu anunciante a um — e o objetivo que me dão não conhece nem uma coisa nem outra.
Há anunciantes que só investem no último trimestre. O relatório trata o resto do ano deles como um problema.
Um objetivo de crescimento é sempre uma afirmação de share. Quase nunca se faz em voz alta antes de assinar o número.
Cada equipa tem a sua folha de cálculo. O total da casa depende de quem soma nesse dia.
O que se combinou na aprovação não ficou escrito em lado nenhum. Meses depois, discute-se outra vez do zero.
Chega uma proposta nova e a pergunta «cabe no plano?» demora uma semana. O anunciante não espera.
1 númeroé o que quem gere a carteira acrescenta: o compromisso. O histórico e o contexto chegam preenchidos da fonte de dados
3 conversasproposta, contraproposta e fecho — o resto do ano é acompanhamento, não renegociação semanal
locka época de orçamento tem calendário e o fecho tem data — depois dela, só a direção-geral reabre uma linha
12 meseso anual vira régua mensal pelo mix histórico de cada anunciante

Os números desta página são fictícios; a estrutura do processo vem de operações comerciais reais de televisão, analisadas em 2026.

Como funciona

O standard do mercado, com dono em cada passo

A linguagem desta página é a do standard das casas de media — o planeamento conta a conta («budget season»), a reconciliação bottom-up ↔ top-down, o fecho selado («lock»), o faseamento mensal e o pacing. O protótipo lá dentro é a nossa leitura dele.

01dados

Radiografia

standard: histórico pré-carregado por conta

Cada cliente chega com o histórico feito: billings, GRPs, share comercial, setor, mix mensal. Ninguém preenche nada — a estimativa do ano corrente é projetada pelo mix, nunca o acumulado à data.

02diretor de conta

Proposta

standard: budget season · bottom-up

O diretor de conta preenche uma coluna: o budget do próximo ano, cliente a cliente. A sugestão do agente é o ponto de partida — regras explicáveis, nunca caixa preta.

03direção-geral

Contra-budget

standard: reconciliação top-down ↔ bottom-up

O objetivo top-down desce à linha; a cobertura por carteira e o share implícito do pedido ficam à vista; aprova-se, discute-se ou devolve-se — linha a linha, com registo.

04fecho

Mix mensal

standard: lock · faseamento mensal

O budget anual aprovado vira plano mensal pelo mix real de cada anunciante. Um cliente de Natal a zeros em julho deixa de disparar alarmes falsos.

05o ano inteiro

Acompanhamento

standard: pacing · reforecast contínuo

Pacing por carteira contra o plano; cada proposta nova é avaliada contra o orçamento no momento em que entra — não numa reunião dali a duas semanas.

Demonstração

Entre e percorra o ciclo inteiro

Até aqui, a página fala o standard do mercado. O protótipo — os ecrãs, os números, o agente — só abre depois de entrar.

Porque pedimos o seu email

Só para confirmar de que casa vem — fica no seu dispositivo, não é enviado para lado nenhum e não há palavra-passe. Lá dentro está o cockpit completo: a radiografia, a carteira de um diretor de conta, o contra-budget da direção, o fecho com o mix mensal e o acompanhamento do ano — com o agente a responder sobre os mesmos dados que os ecrãs mostram.

O que ainda não está construído está marcado «por implementar», no próprio ecrã — preferimos dizê-lo a fingi-lo.

Percurso sugerido (5 min):

  1. Entre com o email de trabalho
  2. Veja a radiografia — repare que está tudo preenchido
  3. Mude «vejo como» para a diretora de conta e proponha um valor
  4. Passe a direção-geral: mexa no objetivo e aprove uma linha
  5. No fecho, escolha o cliente de Natal e veja o mix
  6. No acompanhamento, converse com o agente

Com convite: a versão com os dados do cliente vive em /dados/, atrás de autenticação Microsoft — não do porteiro. O que está nesta página é o palco fictício.

budget.optiad.demo.advortex.ai
O agente

Sugere, explica e pergunta. Não decide.

Cada ecrã declara os skills que o agente usa — e ele não sai deles. As respostas são calculadas dos mesmos dados que os ecrãs mostram; quando não sabe, di-lo.

faz sozinho
Projeta a estimativa do ano pelo mix de cada anunciante, calcula o share implícito de cada pedido e o pacing de cada carteira — aritmética, com a fonte à vista.
propõe, não decide
Sugere o budget de cada linha com regras explicáveis (modera nos setores em contração, trava no teto de share, soma o headroom), lê o gap por carteira e avalia cada proposta nova contra o orçamento.
por implementar
A porta de dados por contrato (com frescura declarada), o corte por pacote comercial e o reforecast de janeiro — estão no catálogo, marcados. Preferimos dizê-lo a fingi-lo.

Onde ele para: aprovar uma linha é da direção-geral; fixar o objetivo e o share alvo também. O agente prepara a decisão e mostra a consequência — quem decide fica registado.

O caminho

O ciclo não espera pela ferramenta

O orçamento do próximo ano fecha em setembro — e pode fechar já com este processo, enquanto o produto nasce por fases.

Setembro — o ciclo corre já

A radiografia extrai-se da fonte de dados e valida-se com olhos humanos; o processo (propor → contrapor → aprovar) corre mesmo que a grelha seja uma folha de cálculo bem preenchida.

Outubro — a v1 no ar

  • radiografia servida por contrato, com frescura declarada
  • a coluna do DC com sugestão do agente
  • aprovação linha a linha com registo

Janeiro — onde paga

O acompanhamento mensal entra: pacing por carteira, propostas novas avaliadas contra o budget, e as premissas seladas no fecho a serem medidas — é aqui que o investimento se paga.

Para fechar na reunião

Três coisas que só a casa pode decidir

Decisão 1 — a via de setembroOs diretores propõem primeiro e a direção corrige (bottom-up), ou o objetivo desce primeiro e decompõe-se (top-down)? O cockpit suporta as duas; a ordem muda o fluxo.
Decisão 2 — a revisão de janeiroO budget fecha e não mexe, ou reabre com os ratings do arranque do ano? O standard do mercado responde: budget selado + reforecast contínuo — são objetos distintos.
Dado — a moeda do orçamento«Billings» são três números na fonte (tabela emitida, faturado, negociado). Qual é a moeda oficial do budget? Sem esta resposta, cada reunião discute a régua.
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